Quem hoje tem 30 anos em 1994 vivia a inocência dos 10, sem nenhum juízo ou obrigação de saber o que representava inflação ou crise.

Aos 10 anos uma criança não quer saber de onde vem a comida, a renda, o emprego ou se o dólar disparou. Ela quer apenas o arroz e o feijão no ponto e no prato no horário despertado pelo ronco da barriga.

Quem não viveu atormentado pela inflação descontrolada não sabe dimensionar a importância da estabilidade econômica proporcionada pelo Plano Real  a partir de 1994.

Pois bem.

Em 1994, o PT  era contra foi contra tudo aquilo que veio para dar o sossego e o horizonte necessários no rumo da economia brasileira e, ainda assim, acalentava os sonhos e os ideais da juventude hoje de cabelos brancos.

Em 2003, com a casa arrumada, a companheirada assumiu o poder e, em pouco tempo, danou-se a fazer toda espécie de traquinagens previstas nos artigos, parágrafos, incisos e alíneas do código penal.

Embriagado pelo desempenho do pais, o povo brasileiro passou 12 anos para se dar conta que, de fato,  elegera uma quadrilha de altíssima periculosidade.

No Acre, muitos destes que nem uma cachorrinha arrastavam, hoje arrendam pastos para boiada  e trafegam em portentosos carros importados.

Os efeitos já bateu à porta de todos, mas a  fatura mais alta será debitada na conta de quem menos tem e de quem mais aplaudiu.

O partido que embalou sonhos mergulhou o pais num pesadelo sem fim.

Quem hoje tem 30 anos em 1994 vivia a inocência dos 10, sem nenhum juízo ou obrigação de saber o que representava inflação ou crise.

Aos 10 anos uma criança não quer saber de onde vem a comida, a renda, o emprego ou se o dólar disparou. Ela quer apenas o arroz e o feijão no ponto e no prato no horário despertado pelo ronco da barriga.

Quem não viveu atormentado pela inflação descontrolada não sabe dimensionar a importância da estabilidade econômica proporcionada pelo Plano Real  a partir de 1994.

Pois bem.

Em 1994, o PT  era contra foi contra tudo aquilo que veio para dar o sossego e o horizonte necessários no rumo da economia brasileira e, ainda assim, acalentava os sonhos e os ideais da juventude hoje de cabelos brancos.

Em 2003, com a casa arrumada, a companheirada assumiu o poder e, em pouco tempo, danou-se a fazer toda espécie de traquinagens previstas nos artigos, parágrafos, incisos e alíneas do código penal.

Embriagado pelo desempenho do pais, o povo brasileiro passou 12 anos para se dar conta que, de fato,  elegera uma quadrilha de altíssima periculosidade.

No Acre, muitos destes que nem uma cachorrinha arrastavam, hoje arrendam pastos para boiada  e trafegam em portentosos carros importados.

Os efeitos já bateu à porta de todos, mas a  fatura mais alta será debitada na conta de quem menos tem e de quem mais aplaudiu.

O partido que embalou sonhos mergulhou o pais num pesadelo sem fim.

Quem hoje tem 30 anos em 1994 vivia a inocência dos 10, sem nenhum juízo ou obrigação de saber o que representava inflação ou crise.

Aos 10 anos uma criança não quer saber de onde vem a comida, a renda, o emprego ou se o dólar disparou. Ela quer apenas o arroz e o feijão no ponto e no prato no horário despertado pelo ronco da barriga.

Quem não viveu atormentado pela inflação descontrolada não sabe dimensionar a importância da estabilidade econômica proporcionada pelo Plano Real  a partir de 1994.

Pois bem.

Em 1994, o PT  era contra foi contra tudo aquilo que veio para dar o sossego e o horizonte necessários no rumo da economia brasileira e, ainda assim, acalentava os sonhos e os ideais da juventude hoje de cabelos brancos.

Em 2003, com a casa arrumada, a companheirada assumiu o poder e, em pouco tempo, danou-se a fazer toda espécie de traquinagens previstas nos artigos, parágrafos, incisos e alíneas do código penal.

Embriagado pelo desempenho do pais, o povo brasileiro passou 12 anos para se dar conta que, de fato,  elegera uma quadrilha de altíssima periculosidade.

No Acre, muitos destes que nem uma cachorrinha arrastavam, hoje arrendam pastos para boiada  e trafegam em portentosos carros importados.

Os efeitos já bateu à porta de todos, mas a fatura mais alta será debitada na conta de quem menos tem e de quem mais aplaudiu.

O partido que embalou sonhos mergulhou o pais num pesadelo sem fim.

Quem hoje tem 30 anos em 1994 vivia a inocência dos 10, sem nenhum juízo ou obrigação de saber o que representava inflação ou crise.

Aos 10 anos uma criança não quer saber de onde vem a comida, a renda, o emprego ou se o dólar disparou. Ela quer apenas o arroz e o feijão no ponto e no prato no horário despertado pelo ronco da barriga.

Quem não viveu atormentado pela inflação descontrolada não sabe dimensionar a importância da estabilidade econômica proporcionada pelo Plano Real  a partir de 1994.

Pois bem.

Em 1994, o PT  era contra foi contra tudo aquilo que veio para dar o sossego e o horizonte necessários no rumo da economia brasileira e, ainda assim, acalentava os sonhos e os ideais da juventude hoje de cabelos brancos.

Em 2003, com a casa arrumada, a companheirada assumiu o poder e, em pouco tempo, danou-se a fazer toda espécie de traquinagens previstas nos artigos, parágrafos, incisos e alíneas do código penal.

Embriagado pelo desempenho do pais, o povo brasileiro passou 12 anos para se dar conta que, de fato,  elegera uma quadrilha de altíssima periculosidade.

No Acre, muitos destes que nem uma cachorrinha arrastavam, hoje arrendam pastos para boiada  e trafegam em portentosos carros importados.

Os efeitos já bateu à porta de todos, mas a fatura mais alta será debitada na conta de quem menos tem e de quem mais aplaudiu.

O partido que embalou sonhos mergulhou o pais num pesadelo sem fim.

Quem hoje tem 30 anos em 1994 vivia a inocência dos 10, sem nenhum juízo ou obrigação de saber o que representava inflação ou crise.

Aos 10 anos uma criança não quer saber de onde vem a comida, a renda, o emprego ou se o dólar disparou. Ela quer apenas o arroz e o feijão no ponto e no prato no horário despertado pelo ronco da barriga.

Quem não viveu atormentado pela inflação descontrolada não sabe dimensionar a importância da estabilidade econômica proporcionada pelo Plano Real  a partir de 1994.

Pois bem.

Em 1994, o PT  era contra foi contra tudo aquilo que veio para dar o sossego e o horizonte necessários no rumo da economia brasileira e, ainda assim, acalentava os sonhos e os ideais da juventude hoje de cabelos brancos.

Em 2003, com a casa arrumada, a companheirada assumiu o poder e, em pouco tempo, danou-se a fazer toda espécie de traquinagens previstas nos artigos, parágrafos, incisos e alíneas do código penal.

Embriagado pelo desempenho do pais, o povo brasileiro passou 12 anos para se dar conta que, de fato,  elegera uma quadrilha de altíssima periculosidade.

No Acre, muitos destes que nem uma cachorrinha arrastavam, hoje arrendam pastos para boiada  e trafegam em portentosos carros importados.

Os efeitos já bateu à porta de todos, mas a fatura mais alta será debitada na conta de quem menos tem e de quem mais aplaudiu.

O PT que embalou sonhos mergulhou o pais num pesadelo sem fim.

 

 

 

 

 

"Desinformado e mentiroso", diz Petecão sobre declaração de deputado do PT.

Pelo Facebook, o senador desmentiu a afirmação de Jonas Lima que o acusa de não destinar emendas à municípios ligados à FPA.

As declarações do deputado Jonas Lima (PT), de que o senador Sérgio Petecão (PSD) nunca destinou recursos à prefeituras ligadas ao Partido dos Trabalhadores, revela desinformação e mentira no discurso do petista.

De acordo com Petecão, recursos do seu mandato são destinados com o objetivo de atender os interesses da população, e não de sigla partidária. "A afirmação de Jonas Lima é leviana. Mostra o tanto que ele é desinformado e mentiroso. Se tivesse humildade e bom relacionamento com seu próprio partido, chegaria a conclusão de que todos os municípios ligados à Frente Popular recebem emendas do meu mandato", declarou.

Levantamento realizado pela assessoria do senador mostra que Acrelândia, Bujari, Capixaba, Feijó, Jordão Marechal Taumaturgo, Plácido de Castro, Rio Branco, Rodrigues Alves, Sena Madureira e Tarauacá, e outras prefeituras do PT, ou ligadas ao partido, foram contempladas com mais de R$ 18,850 milhões. Somente a prefeitura de Rio Branco obteve, nos últimos anos, R$ 7.897 milhões do parlamentar.

"Tenho procurado ajudar todas as prefeituras sem olhar para o partido. Entendo que, acima dos interesses políticos e partidários, estão os interesses da população", afirmou Petecão. O senador agradeceu ainda a atuação dos deputados Dr. Jenilson (PC do B) e Eliane Sinhasique (PMDB) por terem também mostrado que a declaração de Jonas é leviana e "reporta a verdade".

 

Gabinete do Senador Sérgio Petecão
Partido Social Democrático - PSD

O senador Sérgio Petecão (PSD) garantiu, na última semana, o pagamento do convênio de R$ 200 mil para o município de Porto Walter. O recurso, previsto no Orçamento da União de 2015 junto ao Programa Calha Norte, no Ministério da Defesa, será utilizado para a aquisição de minicarregadeira equipada com fresadora de asfalto.

Para o senador, são inúmeros os benefícios da máquina em razão de sua versatilidade. O equipamento permite que outros acessórios sejam acoplados a ele, realizando possibilitando a realização de tarefas diferenciadas como o uso de caçamba, vassoura rotativa, garra agrícola, valadora e arado, atendendo serviços na zona urbana e rural.

— Além de forte, a minicar­regadeira é compacta. Será um equipamento muito útil para a Pre­feitura. Vai ajudar em inúmeras tarefas e tem vantagem por ser facilmente transportada por um custo baixíssimo —, explica Sér­gio Petecão.

Aquisição para outros municípios

Nas próximas semanas, Brasiléia, Epitaciolândia e Jordão também terão os convênios para a aquisição da minicarregadeira pagos. — O pagamento dos contratos com os municípios já estão garantidos. O Calha Norte aguarda somente que as prefeituras encaminhem o processo licitatório para liberar o pagamento —, adiantou o senador.

Há mais de 3 décadas o sempre atual, maluco e inesquecível Raul Seixas estourou nas paradas de sucesso com a música " Quando acabar o maluco sou eu", na qual ele lembrava que os outros faziam suas besteiras e ele era chamado de maluco.

Pois bem.

Na marcha do Pixuleco que o PT financiou para os trouxinhas da CUT  manisfestarem apoio à presidente Dilma, as palavras de ordem eram as seguintes:

1- Fora Levy

2- Não ao ajuste fiscal

3- pela garantia dos direitos trabalhistas.

Com o bucho cheio de pão e mortadela e 30 reais no bolso, os trouxinhas foram protestar contra as obras de seus ídolos, senão vejamos: quem nomeou o Levy foi Dilma, quem propôs o ajuste foi Levy e ambos estão passando a tesoura em direitos trabalhista.

Como diria Raul, quando acabar o maluco sou eu.

Não existe dinheiro  que sustente  farra eterna. 
Enquanto  contou com a estabilidade  econômica  herdada de FHC, arrecadação  crescente, cofres bamburrando de empréstimos de tudo que é banco oficial, o governo petista  rasgou dinheiro ao ponto de gastar milhões  de reais com a tentativa da promoção de uma copa do mundo no Acre que  todos, exceto  os Viana e Aníbal Diniz,  sabiam que não passava de  farra com verba pública.
E agora, José?  
A festa acabou, a fonte secou  e o Acre está mais apertado  que cana passando na engenhoca.
Aqueles que aplaudiam a gastança hoje choram pelos empregos que perderam e pelos serviços públicos  que procuram.

O governador Tião Viana é  tão inábil  politicamente que pode ser comparado a um elefante dentro de uma loja de cristais.
Ainda que o sindicato seja controlado por militantes do PT,   seus conselheiros  políticos, entre os quais Narciso Mendes e Gilberto  Braga, subestimaram o movimento  ao crer que os diretores do SINTEAC teriam forças  para conter a base. 
Outro fator  que  atiçou a brasa foi conceder um aumento  para os delegados, que só  vigorará a partir do próximo  ano, diga-se que justo, no meio do discurso de falta de recursos.
Pra fechar  com chave de ouro  o governo petista jogou um balde de gasolina no fogo  ao anunciar o corte no ponto e nos salários dos grevistas.