Economia não é bicho de sete cabeças.
Um de seus fundamentos principais é de fácil entendimento: quando se ganha nos períodos de prosperidade e crescimento se acumula gordura pra queimar nos tempos das vacas magras.
É velha estratégia do nosso apreciado peixe Tambaqui: se alimentar bem na fartura do inverno para superar as agonias e a escassez do verão.
Pois bem. E o que isso tem a ver com o Acre?
Tem tudo a ver.
Desde os tempos generosos de FHC que os cofres do Acre foram entupidos de dinheiro, seja dos crescentes repasses constitucionais do FPE, convênios celebrados aos montes e do fenomenal endividamento junto ao BIRB, Caixa, BNDES. 
Tanto dinheiro que parte dele saiu para ladrão.
O governo local pode reclamar de tudo, exceto que os vários "invernos" financeiros não lhe tenham sido fartos e generosos.
Todavia, a maior parte dessa bonança foi mal aplicada ou aplicada em setores cujo retorno não paga sequer o custo de sua manutenção. 
A fonte secou e a raquítica economia acreana não tem gordura para queimar.
Estamos apenas no couro e no osso.
Os estados que cresceram vão sofrer com a crise.
Quem não cresceu, vai chorar e agonizar muito mais.
Infelizmente, companheiros e companheiras, este é o caso do nosso querido Acre.

De forma ultrajante e melancólica o PT cerrará suas portas.
Criado pela concepção de intelectuais da esquerda que enxergavam em Lula um líder de massas, embora este nunca tenha lido sequer um livro do almanaque Fontoura ou do Jeca Tatú, o partido criado para fomentar os direitos sociais e distribuir a renda nacional não fugiu à lei popular que diz que " quem nunca comeu melado, quando come se lambuza" e logo se transformou numa perigosa quadrilha especializada em roubar dinheiro público.
Embalados pela arrumação do estado brasileiro e pela estabilidade econômica herdada dos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, a quadrilha companheira conseguiu enganar o povo brasileiro por 4 mandatos seguidos.
Como tudo aquilo "de onde se tira e não se repõe", a farra acabou e o povo brasileiro foi covardemente chamado para pagar a conta da roubalheira petista. 
Cabisbaixos, os companheiros financiaram a CUT e a MST, duas entidades parasitas, para acordar levar o povo às ruas em defesa do governo deles. 
Neste domingo, 15, mobilizada apenas pelo Facebook e pelo watzzap, a população brasileira reagiu indignada pedindo o impeachement de Dilma.

Os companheiros petistas não ficaram bem na fita com a informação verdadeira prestada pela imprensa nacional de que a platéia que recepcionou a presidente Dilma Roussef era composta basicamente por detentores de cargos comissionados estaduais e municipais, que também são militantes, transportados em ônibus e Vans requisitadas, para " prestigiar a presidente". 
Com a popularidade rastejando ao nível do chão, os companheiros bem que tentaram comprar e montar um cenário de popularidade.
Dentre as providências da segurança presidencial, panela foi transformado em perigoso "objeto contundente". 
Pra quem se vangloria de ter empunhado armas, ficou feio para presidente correr com medo de panelas.

Quer dizer então que, num passe de mágica, o governador Tião Viana concluiu 967 casas, que serão entregues hoje, 11, pela cambaleante presidente Dilma Roussef?
O gesto do governo petista é um crime contra as pessoas que amargam nas filas a espera da contemplação de lugarzinho para morar.
A pronta entrega dessas moradias demonstra que se as águas não tivessem invadido a cidade, essas casas seriam entregues apenas às vésperas da eleição.
O senador Petecão chamou atenção para este fato repugnante e o ministro da Integração Nacional cobrou publicamente o governador.
Isso prova que o sofrimento humano é uma questão eleitoreira para o PT.

Petecão apresenta Projeto de Lei ampliando benefícios a vitimados por calamidades públicas

O Senador Sérgio Petecão (PSD/AC) apresentou, nesta quarta-feira (10), Projeto de Lei aperfeiçoando o já existente Cartão de Pagamento da Defesa Civil – CPDC, meio de pagamento operacionalizado pela Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, concedido exclusivamente ao executivo estadual e municipal, para ações de prevenção e respostas a desastres naturais.

De acordo com o texto do Senador, o projeto visa ampliar as concessões do CPDC às famílias atingidas pelas calamidades, que é o caso das famílias atingidas pelas enchentes no Acre, concedendo “bolsa”de auxilio financeiro. A duração do benefício e os valores serão definidos pelo Governo Federal.

Para o Senador, todos os anos, centenas de brasileiros nas zonas urbanas e rurais perdem suas vidas em decorrência de alagamentos, enchentes e deslizamentos. Quando isso não ocorre, ficam desabrigados e se deparam com a difícil situação de ter de reconstruir seus lares.

- Este auxílio é fundamental às famílias vitimadas pelas calamidades que, poderão utilizar o valor para direcionar as suas necessidades emergenciais e, ainda, beneficiará a economia local e até a receita municipal – justificou o Senador.

Gabinete do Senador Sérgio Petecão

Partido Social Democrático - PSD

O PT acreano não pode nem soltar foguetes com a inclusão do senador Gladson Cameli nas investigações da Operação Lava Jato, pois o escândalo é uma produção genuína do governo petista e o período no qual Gladson é citado coincide exatamente com tempo em que ele era festejado pela militância companheira e deputado do bloco da frente popular.

Leia mais no AC24HORAS.

O termos chulos e violentos utilizados e reproduzidos pelos assessores do governador Tião Viana contra o presidente da Associação Comercial de Brasileia, o senhor Joaquim Lira, expressam, por si, a arrogância e a prepotência de quem pensa que é o dono do mundo e acostumado com aplausos de plateias domesticadas
Ainda que o senhor Joaquim Lira tenha manifestado alguma espécie de indignação, o governador deveria estar preparado emocionalmente para assimilar o desabafo daqueles que viram as águas levarem tudo aquilo que construíram durante a vida toda.
No lugar de tratá-lo como "bandido", a assessoria do governador Tião Viana deveria mostrar argumentos para provar que o governador cumpriu sua promessa e o presidente da Associação, mentindo.
É lamentável que o presidente da Federação do Comércio, que também é um empresário vitimado pelas promessas petistas, tenha julgado e condenado seu colega de profissão para inocentar imediatamente seu amigo de plantão.
Abaixo a imagem.

Leia mais no AC24HORAS.

Sinceramente não sei qual das atitudes é a mais vergonhosa: se a devolução do convênio de 5 milhões de reais destinado ao reaparelhamento de setores do sistema de segurança ou se a defesa do caso feita pelo líder do governo petista, deputado Daniel Zen. 
Na dúvida, e para não desagradá-los, vou cravar o empate delas.

Segundo o site Contilnet, o líder argumentou que o secretário de segurança " foi corajoso ao devolver os recursos para não cometer ato de improbidade administrativa " ( leia aqui ).

De fato, ao deixar de executar o convênio no tempo estipulado, o secretário foi obrigado a devolver a grana, sob pena improbidade.

Todavia, vale lembrar que o convênio é de 2010 e desde 2011 o dinheiro "escutava a conversa" na ciranda financeira dos bancos.

Ou seja: 4 anos e meses, tempo suficiente para comprar os equipamentos até em alguma loja no planeta Marte.

Em linguagem vulgar: o secretário "tirou o dele da reta" devolvendo os recursos que estavam disponíveis há quatro anos, mas em compensação deixou o nosso bem à vontade para a criminalidade.