Leonildo Rosas foi condenado a devolver 87 mil reais e a pagar os advogados. 
A decisão é do juiz Anastácio numa ação proposta pelo senador Sérgio Petecão e o valor se refere aos custos da peça publicitária para esculhambar com a Polícia Federal e com a Justiça e, por conseguinte, em solidariedade à quadrilha do G7.
Por não ser ordenador de despesas, o governador Tião Viana tirou o dele da reta, embora até as crianças da escola Menino Jesus saibam que sem sua anuência as inserções não passariam nem perto das emissoras de televisão.
Leonildo terá o legítimo e consagrado direito do "jus esperniando", ou seja, o direito de espernear.
Entretanto, os melhores advogados da praça recomendam que o mais sensato é focar seu olhar 43 numa vaquinha para juntar a grana necessária ao cumprimento da sentença judicial.

Um governante que permite o pagamento de 275 mil reais por um show demostra que perdeu tanto o respeito pelo dinheiro público quanto a autoridade de alegar falta de dinheiro para atender os serviços públicos mais essenciais.
Não que Neguinho da Beija-Flor não seja um intérprete renomado, mas até as freiras carmelitanas,os pastores e padres petistas sabem que ele não integra a lista dos astros brasileiros aos quais o sucesso e o mercado remunera com cachês milionários.
Tenho certeza que outros beija-flores do bico fino e maldoso sugaram também desse delicioso néctar que atende pelo codinome de dinheiro público.


De besta, até os petistas mais novo só tem o "andado".
Diante de oportunidades fáceis a primeira providência deles é atender primeiramente os seus.
No caso especifico, com a dispensa de licitação amparada pela situação de emergência decretada em decorrência da inesperada alagação que inundou cerca de 70% da cidade de Tarauacá em novembro, o prefeito contratou a empresa RI Torrefação, de seu tio Raimundo Damasceno, para fazer o atendimento das famílias atingidas.
A RI Torrefação também alugou máquinas e veículos nas mesmas condições para atender as necessidades da defesa civil municipal.


Depois desse  trem da alegria, em cujos vagões comportam centenas de cargos para atender compromissos eleitorais, os funcionários públicos do Acre tem motivos de sobra para criar um pouco de coragem de se "desapegar" das garras pelegas dos sindicatos e acamparem em frente ao local de trabalho do maquinista Tião Viana para exigir  reposição inflacionária nos salários.

O tradicional e surrado argumento da falta de dinheiro agora virou fumaça.

Simples: se as receitas públicas não comportassem mais despesas com pessoal nosso governador não teria sido tão generoso com os companheiros.Na escolha Tião Viana fez como Matheus, que escolheu primeiro os seus.

E para agravar: com apoio de parte da oposição.

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Por ironia do destino o vocábulo "corrupto" contém na sua formação o encontro consonotal "PT", não por acaso, a sigla do Partido dos Trabalhadores. 
Como uma nódoa de caju em camisa branca, nem o melhor dos detergentes conseguirá remover do PT a mancha profunda de partido político mais ladrão da história política brasileira. 
Equiparado à uma organização criminosa especializada em assaltar os cofres públicos ao PT resta a alternativa de distribuir benefícios popularescos cuja finalidade é mantê-lo com algum apoio popular para evitar o afastamento da presidente Dilma Rousseff e, consequentemente, controlar instituições, para, de igual forma, manter parte da quadrilha livre das grades.
É inevitável. Mais dia, menos dia, outra "ruma" de de petistas graudos verá o sol nascer quadrado.

Apesar da aparente calmaria, o clima na frente popular está tenso, pesado e irrespirável.

A briga por cargos fede a chifre queimado.Deputados que perderam a eleição esqueceram da regra que na política " você vale o que é",  e estão, desesperadamente, correndo atrás do governador Tião Viana, que se nega, inclusive, a recebê-los.

Como "dois corpos não ocupam o mesmo lugar", é inegável também que o orçamento não comporta mais a fúria dos companheiros por cargos e vantagens.

Tecnicamente, as finanças o Acre estão esfarelada, a capacidade de aumento da receita interna esbarrou nos compromissos  inconfessáveis assumidos com meia dúzia de empresários e a vontade de cortar despesas dói na própria carne.

O final da história é aquele que todos já conhecem: os jornais da base aliada e os que se lambuzam nas verbas públicas continuarão alimentando o povo com notícias que o estado é referência em tudo e o Acre de hOje será o mesmo que termos daqui há duas décadas.

A fartura de irregularidades apontadas na farra da distribuição de carteiras de pescadores é tão extensa que os delegados da Federal não precisarão dar nenhuma "muçica" para fisgar no beiço de políticos que se aproveitaram das facilidades para trocá-las por votos.

Para habilitar-se ao recebimento do seguro Defeso, um beneficio em dinheiro pago no período da desova aos verdadeiros trabalhadores que sobrevivem da pesca, gente que nunca segurou numa vara ou nunca pôs uma minhoca n''água foi agraciado com carteiras distribuídas no guiza durante o período eleitoral.

De forma atabalhoada e desesperada, os envolvidos na maracutaia pesqueira tentam atribuir ao senador Sérgio Petecão a culpa pela descoberta das safadezas, como se uma a possível cassação de mandatos não fossem atender aos interesses de suplentes da frente popular.

Tranquilo quanto à acusação, o senador Petecão mandou o seguinte recado aos envolvidos:

- Estão nervosos? Vão pescar.

 

O deputado federal eleito Alan Rick, evangélico convertido, está cometendo um pecado profano ao atribuir ao senador Sergio Petecão a responsabilidade pelas denúncias sobre a " derrama" de carteiras em troca de votos apurada pela Polícia Federal.

Primeiro: o inquérito instaurado na Polícia Federal é muito anterior aos resultados das eleições, quando ainda não se sabia quem seriam os vencedores.

Segundo: caso tenha o mandato cassado por compra de votos, a beneficiada não seria Marfisa Galvão, esposa de Petecão, e sim Moisés Diniz, primeiro suplente da Frente Popular.

Portando, se há algum interessado em "pescar" o mandato de Alan Rick, o caniço que o fisgará é de seus companheiros de chapa.

Fato é que a delegacia da Pesca no Acre operou o milagre da multiplicação das carteiras falsas e a Policia Federal tem depoimentos que deixa muita gente com o anzol fisgado no olho.

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Distribuídas no "guiza" com fins eleitoreiros para milhares de pessoas que nunca viram, sequer, um anzol na vida, alguns peixes grandes poderão ser arrastados na malhadeira que a Polícia Federal lançou no rio de irregularidades praticadas pela representação da Secretaria de Pesca no Acre na distribuição de "carteiras de pescadores" para beneficiar candidaturas.

Documento exigido para habilitar os verdadeiros pescadores a uma renda mensal para garantir sua subsistência na época de " defeso", ou seja, no período em a pesca está proibida, espertalhões da política logo enxergaram a possibilidade criminosa de transformar esse importante beneficio numa piracema de carteiras trocadas por votos.

Enquanto os verdadeiros pescadores enfrentam o calvário burocrático para consegui-la, candidatos promoveram o milagre da multiplicação das carteiras.

O caldo do inquérito que tramita na PF é grosso.

A prorrogação do contrato da Cia. de Selva é um evento certeiro calendário da administração petista e uma novidade que os acreanos já estão "carecas" de saber.

Monopolizando a verba da mídia desde os remotos tempos de Orleir Cameli, o governo petista ampliou por mais um ano o contrato que certamente entrará para o livro dos recordes como o contrato mais antigo.
Um fato inusitado acontece com a imprensa golpista do Acre: quanto mais o governo petista enche cofres dela, mais ela definha.

A Cia. de Selva controla a propagada do governo, da prefeitura, do PT, do titio, da titia e de todas família da frente popular.