O termos chulos e violentos utilizados e reproduzidos pelos assessores do governador Tião Viana contra o presidente da Associação Comercial de Brasileia, o senhor Joaquim Lira, expressam, por si, a arrogância e a prepotência de quem pensa que é o dono do mundo e acostumado com aplausos de plateias domesticadas
Ainda que o senhor Joaquim Lira tenha manifestado alguma espécie de indignação, o governador deveria estar preparado emocionalmente para assimilar o desabafo daqueles que viram as águas levarem tudo aquilo que construíram durante a vida toda.
No lugar de tratá-lo como "bandido", a assessoria do governador Tião Viana deveria mostrar argumentos para provar que o governador cumpriu sua promessa e o presidente da Associação, mentindo.
É lamentável que o presidente da Federação do Comércio, que também é um empresário vitimado pelas promessas petistas, tenha julgado e condenado seu colega de profissão para inocentar imediatamente seu amigo de plantão.
Abaixo a imagem.

Leia mais no AC24HORAS.

Sinceramente não sei qual das atitudes é a mais vergonhosa: se a devolução do convênio de 5 milhões de reais destinado ao reaparelhamento de setores do sistema de segurança ou se a defesa do caso feita pelo líder do governo petista, deputado Daniel Zen. 
Na dúvida, e para não desagradá-los, vou cravar o empate delas.

Segundo o site Contilnet, o líder argumentou que o secretário de segurança " foi corajoso ao devolver os recursos para não cometer ato de improbidade administrativa " ( leia aqui ).

De fato, ao deixar de executar o convênio no tempo estipulado, o secretário foi obrigado a devolver a grana, sob pena improbidade.

Todavia, vale lembrar que o convênio é de 2010 e desde 2011 o dinheiro "escutava a conversa" na ciranda financeira dos bancos.

Ou seja: 4 anos e meses, tempo suficiente para comprar os equipamentos até em alguma loja no planeta Marte.

Em linguagem vulgar: o secretário "tirou o dele da reta" devolvendo os recursos que estavam disponíveis há quatro anos, mas em compensação deixou o nosso bem à vontade para a criminalidade.

A bancada federal acreana, coordenada pelo senador Sérgio Petecão (PSD), vai se reunir nesta terça-feira (24), as 16 horas, com o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, e com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, general Adriano Pereira Junior, para solicitar recursos emergenciais aos municípios que sofrem com a alagação no estado do Acre. Os parlamentares devem ainda participar de reunião no Ministério das Cidades para tratarem de recursos que poderão ser investidos na reconstrução de calçadas e casas destruídas pelas águas.

De acordo com o senador Petecão, os parlamentares vão ter uma agenda cheia junto aos ministérios. "Vamos reunir esforços em busca de recursos para amenizar a situação calamitosa que alguns municípios estão passando", disse.

A bancada pretende ainda pedir que as ações emergenciais sejam agilizadas junto à Defesa Civil do Ministério da Integração para socorrer e prestar ajuda humanitária às vitimas das cheias dos rios.

Gabinete do Senador Sérgio Petecão

Partido Social Democrático - PSD

Este final de semana não poderia ser mais aterrorizador para alguns políticos acreanos.
Segundo o bem informado Boca de Siri, depois da notícia que o Procurador Republica, Rodrigo Janot, apresentará nesta segunda-feira, 23, denúncia contra aqueles que se lambuzaram nos poços corruptos do petrolão, churrascos e festas foram cancelados e as longas noites de insônia são enfrentadas com a ajuda de doses cavalares de maracujina.

Fonte: coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

Olhe bem e preste bastante atenção no valor deste convênio mostrado na imagem abaixo.
5.068.146,13 ou Cinco milhões, sessenta e oito mil, cento e quarenta e seus reais e treze centavos. Maldito 13.
Decorou? Dinheiro que já estava "em caixa" para combater a desenfreada violência.
Pois bem.
Essa verba destinada ao reaparelhamento dos órgãos de segurança do estado foi devolvida integralmente para o Ministério da Justiça por falta de aplicação. 
Ou em linguagem mais popular: por pura incompetência dos gestores da malfadada segurança do nosso maltratado Acre.
Enquanto isso, os bandidos matam e assaltam um tanto e amarram outro para o dia seguinte.

Consumido pela infecção generalizada da corrupção, ao PT não interessa mais apresentar-se como uma agremiação pautada pela ética e pela honestidade. 

Defender-se argumentando que todos são corruptos já lhe basta.

Envergonhada a militância petista enfiou o rabo entre a pernas.

Vez por outra o PT acusa Flaviano Melo de preferir o Rio Janeiro ao Acre.
O posto agora foi assumido por Jorge Viana, eleito o "menino do Rio".
Segundo o colunista global Ancelmo Gois, depois de tomar "umas", Viana postou a vã filosofia que pode ser lida na imagem.
Em Rio Branco o governo e a prefeitura petistas bancaram 37 pontos de piseiro de carnaval, mas nosso querido vice-presidente do Senado preferiu a liberdade de caminhar no meio do povo no calçadão de Copacabana.

Do Rio de Janeiro é muito fácil amar o Acre.

O que tinha como justificativa de pagamento uma viagem da vice governadora para o Rio de Janeiro, para acompanhar a primeira dama em período coincidente com a quadra carnavalesca, repentinamente se transformou, depois da denúncia do jornalista Altino Machado, em viagem para tratar de assuntos na CBF juntamente com o ex-senador Aníbal Diniz.

Confira nas imagens do "antes" e " depois”.

Como cachorro mordido de cobra tem medo de linguiça, ou seja, como a nossa querida primeira dama já "representou" o Acre no carnaval passado, a emenda saiu pior que o soneto.

Qual o grau de confiabilidade de um sistema de transparência em que dados são instantaneamente modificados?

Um processo de concessão, empenho e liquidação de diárias, ou de qualquer outro pagamento, passa, no mínimo, por meia dúzia de funcionários, inclusive o beneficiário.

Por que o "erro" foi sanado somente depois da revelação feita pelo jornalista?

E se o caso não viesse à público? os dados permaneceriam inalterados?

Em todo caso a publicação cumpriu um importante papel para sanidade das finanças do Acre: movimentou o governo, contribuiu para sanar uma possível irregularidade ou, em último caso, abortou o voo da vice-governadora.

O ANTES

 

O DEPOIS

No lugar de preencherem seus tempos de ócio com covardes ataques ao senador Sergio Petecão, a facção acreana do PT deveria preocupar-se em traçar estratégias para se defender do doloroso processo criminal que tramitará no Superior Tribunal de Justiça onde serão apuradas os termos da delação premiada na qual um dos diretores da Petrobrás afirma e assina que dinheiro jorrado dos poços sujos do petrolão abasteceram campanhas do partido no Acre,

Os companheiros da corrupção sabem mais do que ninguém que não é o senador Petecão quem diz que o PT é o partido mais desonesto de toda a história.

Antes de "pipocar" o episódio do petrolão o Procurador Geral da República já havia equiparado o partido a uma perigosa organização criminosa.

Esses ataques não passam de tentativas de entornar o caldo para desviar os olhares e a atenção do povo acreano.

Parodiando o anarquista quando este disse "" hay gobierno, soy contra", sem medo de errar se pode dizer: "Se hay maracutaia com certeza hay petista no meio".

 

Deixado de "escanteio" na milionária peça publicitária da Câmara de Vereadores de Rio Branco, o empresário Narciso Mendes está denunciando o custo, sem licitação, de 851 mil reais.
Detalhe: a peça de mau gosto foi veiculada às vésperas da eleição de 2014.
Não precisa saber n juntar "lhé com cré" para concluir que a Câmara sô gastou porque o prefeito repassou os recursos.
Diante da delação feita pelo principal conselheiro político do governo petista o Ministério Público e o TCE estão convocados a averiguar o descanso.Deixado de "escanteio" na milionária peça publicitária da Câmara de Vereadores de Rio Branco, o empresário Narciso Mendes está denunciando o custo, sem licitação, de 851 mil reais.
Detalhe: a peça de mau gosto foi veiculada às véspera da eleição de 2014.
Não precisa saber n juntar "lhé 
re com cré" para concluir que a Câmara sô gastou porque o prefeito repassou os recursos.
Diante da delação feita pelo principal conselheiro político do governo petista o Ministério Público e o TCE estão convocados a averiguar o descaso.