Escrito por Luiz Calixto
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16 Maio 2012
Não ouso brigar com números de pesquisas eleitorais.
Se tabulada dentro dos parâmetros da estatística seus resultados são inquestionáveis.
Os institutos é que insistem em distorcer números para agradar.
Qualquer cidadão medianamente informado saberá que o candidato Tião Bocalom tem uma sintomática vantagem nestas eleições e os dados desta pesquisa publicada no jornal A TRIBUNA podem até ser confiáveis.
Entretanto a safadeza desses institutos é que nos ensinou a desconfiar deles.
Nesta pesquisa divulga em julho de 2010, no Jornal O PÁGINA 20, o IBOPE apresentava os seguintes resultados:
O então candidato Tião Viana liderava folgadamente a disputa com 63% dos votos e o nosso Tião, o bom Bocalom, amargava a rabeira com apenas 18% das intenções.

Para o senado o cenário era o seguinte:
Jorge seria o senador proporcionalmente mais votado do pais, Petecão e Edvaldo disputavam renhidamente a segunda vaga num empate tècnico e o combativo João Correia aparecia com 11% de votos.
O resultado final que todos conhecem foi este: Tião Bocalom perdeu por apenas 0,5% dos votos, Jorge levou uma surra de votos de Petecão na capital e João obteve uma votação surpreendente.
O fato que merece destaque não é os meus 2%, os 7% de Fernando Melo ou os 44% de Bocalom, mas os 16% do candidato petista.
Nem Jorge Viana, que foi flagrado em conversas nada republicanas pela PF, se utilizou descaradamente da máquina administrativa quanto o candidato governista está usando para se promover eleitoralmente.
Senão vejamos: Marcos Alexandre é gestor do programa Ruas do Povo, distribuiu sacolões para desabrigados da alagação, substituiu o prefeito Raimundo Angelim na prefeitura como interventor da cidade, participa ativamente de lançamentos de obras e inaugurações, comanda operações tapa-buracos na cidade, enquanto as crateras e desbarrancamentos da BR matam pessoas e é objeto de superexposição na imprensa local e mesmo assim aparece com apenas 16%.